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A vontade da Alma

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            Quando a alma sente que um caminho é assertivo para a nossa jornada sentimos uma tremenda alegria por exercer qualquer função relacionada a esta caminhada.

         Quando sentimos na alma que algo é nosso ou para nós, não temos dúvidas.

         Quando a nossa alma desponta para um seguir vamos sem sentir o cansaço da caminhada.

Quando trabalhamos em algo com a nossa alma por inteira, e a nossa devoção é o nosso guia, então não sentimos pesar, nem cansaço, nem tremor, pois por mais que a carne demande de esforço e tenha necessidades materiais nossa alma nos dá força para seguir em frente.

E com imensa alegria continuamos sem pensar nas incertezas do futuro.

A alma é o nosso senso mais puro do que seja o caminho certo a seguir.

A alma é o nosso maior guia do que realizar para sermos felizes.

E a sua alma o que deseja? Já perguntou para ela hoje?

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Leia o novo livro de Raquel Freire “Meu Amigo Astral”

Book trailer:https://www.youtube.com/watch?v=VSeF4fzzVAQ

Para comprar o livro pela internet mande um e-mail para: falandocomraquel@hotmail.com

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Agenda da Parapsicóloga Raquel Freire:

22 de novembro de 2014 em Volta Redonda- RJ: “Sessão de autógrafos do Livro Meu Amigo Astral” na Livraria Veredas em Volta Redonda. Dia 22 de novembro, sábado, ás 19 horas. Local: Livraria Veredas no Pontual Shopping Rua 14, 350 – 2o. piso – Vila Santa Cecília Volta Redonda – RJ.

06 de dezembro de 2014 (sábado) em Maricá- RJ: Palestra com a Parapsicóloga Raquel Freire- Horário e local ainda indisponíveis no site.

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Face: Raquel Freire do Amaral

Canal no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UC037txukcIkyCGSmBRvDChg

Twitter: @raquelfreire

E-mail: falandocomraquel@hotmail.com

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Vitrine da Loja Virtual:

http://www.lojavirtualraquelfreire.lojaintegrada.com.br

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Assessoria Raquel Freire:

assessoriaparapsicologaraquelfreire@gmail.com

Pedro: (24) 9.8824-9329(oi)/ 9.9298-0107(claro)

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Quem é o Amigo Astral

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O conceito de anjo da guarda vem sendo aferido há muito tempo em diversas crenças e religiões.

A palavra “anjo” é proveniente do grego “ângelus” que na tradução é “mensageiro” e vem sendo usada para nomear um protetor individual, pessoal que protege cada pessoa em diversas crenças.

No catolicismo o amigo astral vem sendo mostrado como “anjo da guarda” e é interligado à antiga oração pueril do “Santo anjo do senhor meu zeloso guardador, pois a ti me confiou e a piedade divina. Sempre me rege, me guarde, me governe e me ilumine.”. Oração essa que desde cedo se ensina às crianças a orar antes de dormir crendo que ao orar pedindo ao anjo sua proteção obtenha-se um sono bom, tranquilo e sem pesadelos.

Esse anjo da igreja católica se unindo às ideias esotéricas recebem diversas denominações, hierarquias e distintas nomeações, sendo assim classificados como Hahuiah, Assaliah, Haamiah, Gabriel, Miguel, entre outros nomes.

No espiritismo vemos a mesma conceituação do anjo da guarda vinda com uma nova roupagem sendo assim denominado de mentores espirituais.

Na Umbanda o nome vem sincretizado ao do catolicismo sendo também chamado de anjo da guarda. Nesta religião é muito importante o contato com o anjo da guarda, já que fala- se sempre “firmar-se o anjo da guarda” entre outros rituais.

Acredita-se que é através do fortalecimento do anjo guardião que mantem-se os contatos e a aproximação dos outros guias (os guias também são amigo astrais) que são nomeados pelas Kimbandas e Candomblés de “Orixás”, que são em resumo Deuses, e na prática, protetores e amigos astrais pessoais. (No capítulo XXVII “Nem anjos, nem demônios: como funciona o poder dos santos e dos anjos” do meu mais novo livro “Meu Amigo Astral” você encontra mais detalhes acerca do que estou explicitando neste post e todas essas coligações que venho fazendo entre uma religião e outra a fim de um melhor entendimento).

Gosto de ditar a Umbanda como o último exemplo de todas as religiões, pois vejo sendo a mais rica para interagirmos como funciona toda essa legião de informações acerca do assunto.

Diz-se na Umbanda sobre “a Falange dos Pretos-Velhos”, “a Falange do Caboclos”, a cultuação a “Oxóssi”, o culto à “Iemanjá” e assim por diante.

Pois bem, na Grécia, os Deuses também eram cultuados com arquétipos bem parecidos com a nossa Umbanda brasileira. Por exemplo, o senhor da guerra que no Brasil é São Jorge ou Ogum para os Umbandistas, na Mitologia Grega adere-se ao nome de Ares, senhor das guerras e das batalhas. Associa-se a simbologia da Sereia do Mar, Iemanjá ao arquétipo de Poseidon, sendo os dois governantes das águas. Ao Deus Zeus interliga-se a Xangô.

Mas a história não pára por aqui, e “astralmente” falando e sendo mais didática possível, o anjo da guarda, que é o protetor pessoal, o qual eu nomeio de Amigo Astral é o mesmo que o mentor, e é o mesmo que o anjo guardião, e o mesmo que são os guias, e o mesmo que são os orixás.

Esse anjo guardião, que é pessoal, ou seja, para cada pessoa existe um é na verdade um ser desencarnado, ou melhor, que está fora da carne material, está em outro plano, que é o plano astral.

Assim como na Terra fazemos amizades, também criamos vínculos com seres de outra esfera (astral). E essas amizades astrais na verdade já foram amizades do mesmo plano (na maioria das vezes, salvo algumas exceções). Este plano pode ser tanto na esfera terrena, interplanetária (pois não só existem seres do planeta Terra, pois poderá já ter vivido em outros lugares do cosmos, como é o caso dos Capelinos), e também astral. (vide capítulo “Como são escolhidos nossos amigos astrais” pág 55 cap. XI- Livro Meu Amigo Astral- FREIRE, Raquel, 2014).

Para todo esse assunto ficar mais claro digo como conheci o Tióspedes meu atual amigo astral, meu anjo pessoal. De várias vidas as quais fui sua amiga, o último encontro terreno que ele me permitiu lembrar foi essa vivência amiga fomos magos numa época Celta. Ele um Druida, e eu uma maga. Nós dois vivíamos em uma floresta alicerçando- nos através poderes das plantas, das ervas medicinais, e da natureza como um todo a fim de vivenciar o espiritual pela energia dessa grande força natural.

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Pintura: Dure

O culto à natureza era o nosso passaporte para o astral, e assim com diversos cultos vivíamos da magia como a nossa fonte de sabedoria vivencial naquele instante da nossa milenar existência (já que somos seres antigos, bem como a maioria dos seres que hoje também vive na terra e no astral. Pouquíssimos são as almas novatas).

Depois dessa encarnação juntos vivenciamos outra encarnação em que eu era cigana, ele também encarnado sendo meu pai.

Depois da encarnação como cigana entramos em um acordo já no período entrevidas (na esfera astral) que ele viria como meu mentor. E assim foi feito. Reencarnei, e ele manteve-se no plano astral me auxiliando e me guiando espiritualmente. Desencarnei (meu último desencarne não foi há muito tempo, em torno de 10 anos antes do meu nascimento atual).

Reencarnei novamente nessa nossa vida e atual existência, eu enquanto Raquel, e ele Tióspedes, como novamente meu mentor espiritual.

Dentro disso mantemos a ligação de passar na terra todos esses conhecimentos da esfera espiritual. Essa é a nossa missão juntos: ele lá no astral e ao mesmo tempo interagindo comigo aqui na Terra.

Mesmo ele sempre me guiando espiritualmente, eu não percebia sua presença. Comecei o contato com ele na chegada dos meus 22 anos, sendo sua aparição energética através das luzes cromáticas as quais forma me expostas na fase dos 25 anos de vida.

Desde então tentava entender o que era essas luzes. Luzes essas que muito magníficas se mostravam de um verde inebriante e jamais visto na terra (maiores especificações no capitulo I A Origem- Livro Meu Amigo Astral- FREIRE, Raquel, 2014).

Quando surgiam essas manifestações cromáticas, meu sentimento era de observação. Não sentia medo e nem outro sentimento, apenas me recorria à curiosidade do que seriam essas aparições.

Passei a agradecer toda vez que as luzes verdes apareciam, e comecei então a me comunicar tentando estabelecer um elo de confiança e amizade.

Como sempre minha pesquisa tanto literária quanto prática em centros religiosos não pára, fui convidada a uma festa de Oxóssi dentro da Umbanda (Oxóssi: guerreiro das matas, Orixá da caça protege quem se utiliza da natureza para a cura). Lá as luzes verdes se mostravam muito mais reluzentes e brilhantes. A constância da aparição nesse dia também foi maior. Logo entendi que essas luzes tratavam- se ser de algum ser pertencente à falange de Oxóssi.

“Falange” dentro da Umbanda, e na Quimbanda nada mais é que um grupo de seres espirituais que se manifestam a partir de uma mesma ordem energética. Por exemplo, na falange dos pretos-velhos, eles manifestam-se com o intuito de benzer as pessoas, dar conselhos tanto da matéria quanto espirituais, eles gostam também de acolher os filhos que vos buscam. Esse pretos-velhos vem manifestados nos médiuns como velhinhos, mas não necessariamente a alma dessas entidades são velhos e são negros.

Toda falange, ou seja, todo grupo dentro da umbanda tem a intenção de trazer uma mensagem própria e utilizar formas e artefatos daquele grupo em específico. Os pretos-velhos, os quais estou citando seu exemplo,  costumam utilizar muito o cachimbo, pois creem que através da fumaça do fumo podem descarregar a matéria de quem vai lhes pedir auxilio, e também, essa fumaça protege de influências negativas a matéria do médium que está incorporando ele. O fumo também proveniente da natureza realiza outros trabalhos energéticos como promovem o benzimento de objetos, e assim por diante.

Outro produto também muito utilizado por essa falange são os banhos de ervas que são receitados de acordo com a necessidade de cada pessoa que eles atendem. Hoje na modernidade vimos esse conhecimento antigo de utilizar plantas e ervas na cura física e espiritual na Fitoterapia através de chás, medicamentos, pomadas, banhos.

Os pretos-velhos diferente do que costumam pensar nem sempre foram escravos que viveram em outra época no brasil. Eles podem ter sido italianos, franceses, brancos, ou brasileiros de outras funções materiais em outras  existências.

A falange deles se utiliza de todas essas formas de manifestação para que relembre a humildade, a caridade, a benevolência, e a complacência e o amor ao próximo acima de tudo e em qualquer trabalho que eles utilizam, sejam em suas receitas medicinais naturais, seja em suas benzeduras, e seja também nos seus aconselhamentos de grande sabedoria.

Cada falange possui seus arquétipos, assim como a falange das crianças, que não necessariamente sejam espíritos infantis, mas sim remontam a alegria de viver, a brincadeira e a leveza com que devemos olhar a vida: com os olhos de uma criança alegre e curiosa perante todo o ensinamento de uma nova chance, que é a nova e atual encarnação. Estamos de passagem aqui para aprendermos algo sempre.

Oxóssi com sua força de guerreiro das matas vem nos relembrar nossa origem magnânima de utilizar da natureza todos os recursos necessários tanto para o bem material, quanto espiritual. Além de vir lembrar-nos o respeito e a veneração que devemos prestar aos animais, as plantas e em tudo que faz parte da natureza.

Voltando aquele dia do culto a Oxóssi em um terreiro de umbanda, em que Tióspedes na forma de luzes se mostrava a mim, comecei a mentalmente tentar comunicar-me. Perguntava a ele sua origem.

Quem era ele? O que desejava? Será que era um índio como costumam pensar que toda falange de Oxóssi os espíritos manifestantes nos médiuns tenham origem indígena (e se fosse assim acha índio hein?! E se todos os pretos- velhos fossem escravos, acha escravo de cabeça boa, apesar dos sofrimentos que sofreram aqui na terra!).

Nada dizia, nada me intuía, apenas em meu coração a certeza que o meu amigo astral, que ainda não sabia o seu nome, nem a sua imagem, não era índio coisa alguma.

Fui embora, dormi, e nessa mesma noite sonhei. Mas não sonhei com um índio! Sonhei um lindo mago “de milenar existência, a sua aparência denota tal antiguidade. Suas vestes equivalem a uma túnica amarrada na cintura cujas cores são nuances de marrons com verde musgo. Uma barba longa e alva, chegando à altura do peito, mostra sua senioridade e sabedoria. Seus cabelos são de um branco inconfundível, e longos, na altura do final do tronco. Em sua mão direita segura um cajado maior que sua estatura. O lugar de sua última estadia, e a imagem astral que mais gosta (adere), é desse grande sabedor das forças da natureza residente em uma casa singela em meio a uma floresta envolta de árvores frondosas, cheia de plantas, ervas e produtos naturais favoráveis à cura e ao bem estar psíquico e natural do ser humano, na cura da alma e do corpo. Todos os elementos concernentes a sua imagem mostra a inteligência e perspicácia adquirida nesses milênios de existência” (pag. 8 – Livro Meu Amigo Astral- FREIRE, Raquel, 2014).

No dia seguinte acordei agradecendo a ele a sua confiança em mim, em dizer sua origem, e como gostaria que o visse. A imagem astral que ele escolheu foi da encarnação que vivenciou na época Celta.

Dias seguidos foi me passando através de mensagens mentais a minha estadia juntamente a ele na numa época celta, que foi uma das minhas muitas encarnações. Minha era celta, e a partir dali meu mentor, meu maguinho favorito foi se comunicando e me ditando qual era a minha ligação com ele.

Aí caiu a ficha! Porque nos meus relaxamentos que eu amava escutar e conseguia relaxar ouvindo uma música celta e sempre na imagem que eu mais gostava de relaxar, era visualizar uma grande árvore e linda arvore milenar (de longos anos) frondosa, com raízes que se sobressaiam à terra onde estava plantada.

Depois desejei saber seu nome. E então descobri que os espíritos não ligam para nomes e nem tanto para apenas uma imagem. Afinal em diversas encarnações já tivemos variados nomes e formas.

Exemplo disso foi a outra forma que ele revelou já ter possuído em outra existência quando uma amiga minha médium pictógrafa o desenhou:

TIOSPEDES

Aprendendo isso com ele, pedi mesmo assim que me desse um nome simbólico para assim eu chama-lo. Fiz um relaxamento, abaixei minha frequência terrena, e me concentrei ao máximo. Ele disse como gostaria de ser chamado. Foi então que se declarou: Tióspedes.

Os amigos astrais utilizam as formas que mais nos afeiçoamos. Seus nomes são variados, e em muitos nomes que eles escolhem para chamá-los tem intrínseco um significado, seja da sua época, seja do significado que deseja passar para nossa alma, seja na nossa missão.

No caso do Tióspedes, não encontrei na Terra algum nome igual a esse. Mas um amigo meu que é professor de História disse que parece ser um nome Grego e “Tio” significa “acredita em Deus”. Segundo fontes do Google dois auxiliares de São Paulo (Paulo de Tarso) tiveram este nome, pois “Tio” pode também ser substituído por “tito”.

Varia tanto nome quanto imagem para cada amigo astral pessoal.

Se uma pessoa que é católica fervorosa deseja comunicar-se com seu amigo astral, seu protetor pessoal mostrar-se como um lindo anjo com enormes asas, assim bem como os católicos costumam representar os anjos da guarda. Ou se é muito devota de um santo católico em específico, por exemplo, Santa Rita de Cássia, ou Nossa Senhora Aparecida, assim o anjo pessoal se mostrará.

Se a pessoa for espírita, seu amigo astral, sabendo e entendendo toda a sua crença aparecerá em uma forma humana, costumeiramente vindo com roupas brancas.

Se a pessoa for Umbandista poderá apresentar- na forma daquele orixá que seu protegido melhor se afina.

Sendo praticante do candomblé mesma coisa, poderá vir na forma de um orixá do candomblé.

E a vida segue assim, e os amigos astrais se comunicando de acordo com a mentalidade de quem eles protegem.

Agora, indo mais a fundo nesse tema quero falar de como entra a questão do anjo da guarda, dos guias e dos orixás.

Você tem um anjo pessoal que fica mais do seu lado, te guiando mais intensamente, e o que não quer dizer que só mantenha uma única amizade astral. Poderá sim estabelecer diversas relações de proteção com diversas outras proteções.

Seu mentor principal poderá vir na falange de Oxóssi, assim como é o meu amigo, o Tióspedes, poderá sim manifestar-se como um índio, mesmo eu sabendo que ele não foi um índio.

O mesmo mentor poderá também manifestar-se na falange dos pretos-velhos. E poderá também atuar, trabalhar em outras mais. E acontece também das pessoas que possuem sim um anjo da guarda, e para cada falange que trabalha ter um amigo astral diferente para cada uma delas.

Prova disso foi uma revelação de uma amiga astral minha, que trabalha na falange dos pretos-velhos disse que meu pai na Umbanda é Oxóssi. Complementando esta informação passada foi uma psicografia que recebi do Tióspedes através de uma amiga que mora em São Paulo que começava o texto com “Querida filha” e termina assinando “Seu eterno amigo”.

Espero ter ajudado a compreensão dessas questões. Grande e saudoso abraço da Raquel Freire!

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Em breve programa de rádio aqui na web. Enquanto não posto os novos programas vocês podem acessar os programas de rádio antigo no outro endereço:http://www.falandocomraquel.wordpress.com

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Raquel_Capa livro 02-10-2014 Leia também meu livro Meu Amigo Astral Book trailer:https://www.youtube.com/watch?v=VSeF4fzzVAQ

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Agenda da Parapsicóloga Raquel Freire:

  • 08 de novembro de 2014 em Barra do Piraí- RJ: Workshop Vivencial (gratuito) com a Parapsicóloga Raquel Freire “QUERER É PODER E VOCÊ PODE!” dia 08/11/14 de 16 ás 17: 30h Local: ACEBP – Associação Comercial Empresarial de Barra do Piraí: Rua Moraes Barbosa, 56 – Centro (ao lado da Casa do Telefone)- Barra do Piraí. Informações com Pedro: (24) 9.8824-9329(oi)/ 9.9298-0107(claro) ou Cristina (24) 9.9967-6709
  • 22 de novembro de 2014 em Volta Redonda- RJ: “Sessão de autógrafos do Livro Meu Amigo Astral” na Livraria Veredas em Volta Redonda. Dia 22 de novembro, sábado, ás 19 horas. Local: Livraria Veredas no Pontual Shopping Rua 14, 350 – 2o. piso – Vila Santa Cecília Volta Redonda – RJ.

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Face: Raquel Freire do Amaral

Twitter: @raquelfreire

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Assessoria Raquel Freire:

assessoriaparapsicologaraquelfreire@gmail.com

Pedro: (24) 9.8824-9329(oi)/ 9.9298-0107(claro)

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