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Mediunidade sem medo

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O que vou relatar agora faz parte da maioria da trajetória dos médiuns.

Fico observando muito o que sai na literatura espiritualista, nas entrevistas que realizam com muitos médiuns tanto brasileiros quanto estrangeiros, os filmes que tratam do assunto e fico admirada muitas das vezes que escapa os amores e dissabores quanto aos primórdios do aflorar da Mediunidade.

Ser médium para quem não sabe é ser um mediador entre o céu e a terra. Mediar significar interpelar a comunicação que se faz entre o plano astral e o plano material ou carnal. Assemelha-se ao papel de um tradutor de línguas.

Pode ser encarado com um dom para alguns ou um pesadelo para outros. Um presente digno de ser um elefante branco (que nada se faz com aquilo, sem utilidade para aquela pessoa) para uns ou um presente de grego (dito popular que adere a ideia ser um presente que lhe cause ao invés de alegria, transtornos) para outros. E para alguns outros também pode ser concebido como um grande e maravilhoso Dom.

Digo isso porque a Mediunidade vem para cada um das muitos milhares de forma. Uns trazem consigo uma mediunidade mansa, calma, tranquila, que vai chegando devagar. Outros médiuns tem contato com sua mediunidade de forma árdua, tortuosa, tendo que recorrer a diversas esferas religiosas, e em muitos casos sendo confundidos como doença mental, procura “tratar-se” com médicos e medicamentos psiquiátricos.

A Mediunidade é um acalento da loucura, mas o que difere o louco do médium, é que o médium nada na loucura, enquanto o louco afunda nela.

Digo isso porque as maiorias das pessoas ainda não pararam para ouvir o médium sem preconceitos. Na maioria das famílias, quando um filho apresenta certa mediunidade é então retido como o louco da casa, quando não subjugado não só em casa, bem como no convívio social externo.

Se não visto como loucura, em muitos casos os médiuns são vistos como deuses, como algo muito importante, e que na verdade não condiz nem com o que acima foi falado, nem com ser um pop star do astral.

Mediunidade é algo que não escolhemos, ela é uma característica de todo ser humano. Ser sensível, ter intuições todos podem ter. Mas alguns são mais exaltados com tais aspectos.

Antes de frequentar todo o “circuito religioso” eu também temia que somente eu que possuía medos a respeito da minha mediunidade. Meu sono era turbulento, sentia calafrios inexplicáveis, angustia temores sem motivo, enfim, ia do céu ao inferno todos os dias até entender que o que ocorria comigo não era nenhum transtorno, mas sim a dita cuja: MEDIUNIDADE.

Quando estudava os livros espiritualistas não via passagens dos médiuns dizendo as penosas que sofriam, pareciam todos transcorrerem muita naturalmente, como se assim tivessem nascido.

Ouvindo e conversando com médiuns fui percebendo que não era a única que já sofri com isso. Histórias bizarras e até mesmo engraçadas foram me relatadas.

Médiuns que tinham medo de espírito, médiuns que dormiam de porta fechada (do quarto), pois acreditavam que assim se protegeriam das presenças espirituais. Médiuns que só dormiam com a luz acessa, médiuns que tinham medo de cemitério, medo de igreja. Enfim! Eu já vi e ouvi muita coisa a respeito!

Pessoas que te falam informações incorretas. Pseudos sábios, pseudos intelectuais da espiritualidade, centros de espiritualidade tendo atitudes desumanas ou fajutas. Pseudo mães de santo, pseudos padres, pseudos espíritas. Cartomante dando uma de que eram videntes e confundindo protetor com obsessor, e por aí só o infinito pela infinidade de atrocidades que já pude vivenciar.

Vivi algo certa vez muito engraçado. Fui a uma cartomante, e ela dizia que era vidente. Disse ver ao meu lado um homem de preto todo de paletó preto e chapéu preto que me acompanhava. Era segundo ela um obsessor que estava tentando me afastar do meu namorado. Passei uma semana com isso martelando na minha cabeça, até que me lembrei de um dos meus protetores que se vestia assim.

Então não se assustem se você passar ou já passou por algo do que estou falando.

Aqueles que hoje estão lendo este post agora e que estão passando ou já passaram por algo parecido, sintam-se acolhidos por mim e por todos aqueles outros que já penaram até entender como lidar com esse nosso Dom.

Primeiro passo que me ajudou muito a entender o que acontecia era perguntar a pessoas que eu achava mais esclarecidas no assunto sobre as minhas dúvidas.

Outra fonte para o entendimento foi ler muito, e de tudo, não somente da ordem que eu participava, mas sim sobre todas as religiões, sobre tudo o que falasse sobre espiritualidade.

Técnicas de Relaxamento até hoje para mim são muito eficazes

E o principal: entender que o que dá certo para o outro, nem sempre dará para mim. Compreender que se até as digitais são distintas, nenhum ser humano é igual ao outro, portanto cada caminho percorrerá novos rumos, por mais que muitos sejam semelhantes.

Usando a lógica “vou pelo que dá certo para mim” foi o ponto central para não somente entender a minha Mediunidade, bem como para trabalhar com ela.

Trabalhar também é um fator fundamental para se ter uma mediunidade em dia e em paz: os espíritos que nos rodeiam sabendo que temos uma sensibilidade para nota-los desejam aproximar-se para dizerem suas mensagens, para nos ensinarem, enfim, seja qual for o trabalho, eles querem trabalhar! Trabalhe com eles. Pergunte a eles o que desejam de você. Assim entrando num acordo entre o astral e a terra, terá maior eficácia com a sua paz interior e a sua sabedoria de vida.

Quando estou muito inquieta, vou logo para o computador, e escrevo. Isso me faz um bem danado! Ás vezes nem sei qual será o assunto, mas vou escrevendo, sem pensar muito no que seja o texto ou algo do tipo. Isso já me acalma.

Procure um lugar que te faça bem e entenda as maneiras que a sua mediunidade vem se mostrando. Um lugar pode ser uma igreja, um centro espirita, um terreiro de umbanda, uma Ceita oriental. Enfim qualquer lugar que você na sua alma, lá dentro de você confie.

E por último e o mais importante: Centrar- se em si. Sempre que tiver alguma dúvida sobre quais caminhos levar pergunte a si, no fundo da sua alma. Respeite-se acima de tudo, e não deixe que desiludidos lhe tirem a paz. Vá atrás do que acredita e confie no seu senso interior, ele lhe guiará para o caminho certo, que é o seu caminho: singular por natureza.

Seja feliz!

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Em breve programa de rádio aqui na web. Enquanto não posto os novos programas vocês podem acessar os programas de rádio antigo no outro endereço:http://www.falandocomraquel.wordpress.com

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Leia também meu livro Meu Amigo Astral

Book trailer:https://www.youtube.com/watch?v=VSeF4fzzVAQ

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Agenda da Parapsicóloga Raquel Freire:

  • 08 de novembro de 2014 em Barra do Piraí- RJ: Workshop Vivencial (gratuito) com a Parapsicóloga Raquel Freire “QUERER É PODER E VOCÊ PODE!” dia 08/11/14 de 16 ás 17: 30h Local: ACEBP – Associação Comercial Empresarial de Barra do Piraí: Rua Moraes Barbosa, 56 – Centro (ao lado da Casa do Telefone)- Barra do Piraí. Informações com Pedro: (24) 9.8824-9329(oi)/ 9.9298-0107(claro) ou Cristina (24) 9.9967-6709
  • 22 de novembro de 2014 em Volta Redonda- RJ: “Sessão de autógrafos do Livro Meu Amigo Astral” na Livraria Veredas em Volta Redonda. Dia 22 de novembro, sábado, ás 19 horas. Local: Livraria Veredas no Pontual Shopping Rua 14, 350 – 2o. piso – Vila Santa Cecília Volta Redonda – RJ.

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Face: Raquel Freire do Amaral

Twitter: @raquelfreire

E-mail: falandocomraquel@hotmail.com

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Assessoria Raquel Freire:

assessoriaparapsicologaraquelfreire@gmail.com

Pedro: (24) 9.8824-9329(oi)/ 9.9298-0107(claro)

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